Educação Canina - Cão do Mato
Melhorando o Convívio entre Donos e Cães
segunda-feira, 21 de maio de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Profissão Adestrador - Dog's Times e Jota Vettorazzo Biazzinni
Uma ótima entrevista que o site Dog's Times realizou com o experiente treinador e criador de cães Jose Luís Vettorazzo Biazzinni - proprietário do Canil Wolf's Garden. Vale a pena clicar no link e ler a entrevista.
http://www.dogtimes.com.br/entrevistajota.htm
Abraço
http://www.dogtimes.com.br/entrevistajota.htm
Abraço
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Adestrador, Milagreiro não!
Basicamente existe dois tipos de pessoas em relação ao treinamento de cães. Existem aqueles que participam e aproveitam os ganhos do adestramento. E existem aqueles que acham que o cachorro é um robô, pronto a preencher todas as expectativas dele e a executar tudo o que deseja na hora em que ele quer. Tudo isso sem que haja esforço e empenho da parte dele. Bom, adestramento não faz milagres! Ou essas pessoas realmente acreditam que ganhariam condicionamento físico e emagreceriam só por ter contratado um personal trainer?
domingo, 25 de março de 2012
Farinha Rica - Suplemento Proteico, Vitamínico e Mineral para Cães
Farinha Rica
Suplemento Protéico, Vitamínico e Mineral
Produto desenvolvido ao longo de dez anos por Luís Américo Chitolina (Químico e Presidente da Sociedade Piracicabana de Proteção aos Animais).
Composição Alimentar: Ingredientes – Farinha de Vísceras, Maltodextrina, Linhaça, Polpa de beterraba, Levedura cervejaria, Soro de leite, Ovo em pó, Farinha de sangue, Abacate, Inulina, Suplemento vitamínico e mineral, Conservante natural, Alho, Tocoferol/BHT,S. Glucosamina e S. Condroitina.
Enriquecimento por kg de produto: Vitamina A: 2.5000.000 UI; Vitamina D; 450.000 UI; Vitamina E: 6.000 UI; Vitamina K: 1.000 mg; Tiamina: 800 mg; Riboflavina: 1.000 mg; Piridoxina: 2.000 mg; Piridoxina: 2.000 mg; Cianocobalamina; 6.000 mcg/kg; Niacina; 8.000 mg; Àcido fólico: 200 mg; Biotina: 40 mcg; Cobre: 4.000 mg; Zinco: 18.000 mg; Manganês: 6.000 mg; Lodo: 500 mg; Selênio: 20 mg; Cobalto: 40 mg.
Modo de Usar: Adicionar 5 gramas deste Suplemento Protéico, Vitamínico e Mineral por Kg do animal, podendo ser misturado puro ou incorporado ao alimento/ração.
Indicação do produto: Suplemento indicado para cães com necessidade de ganho de peso e massa muscular; Cães de competição e trabalho; Melhora da pelagem e da pele devido aos ácidos graxos presentes – ômega 3 e ômega 6.
Excelente estimulador do apetite. Contém prebiótico e probiótico que favorecem a melhora da microbiótica intestinal com conseqüente aumento da digestibilidade dos nutrientes.
Responsável Técnico: Dr: Elienai Luís de Souza – CRMV – 7489
Composição Nutricional:
Energia Bruta kcal, kg | 4.340 |
Proteína Bruta (%) | 55,00 |
Gordura (%) | 13,00 |
Matéria Mineral (%) | 8,00 |
Umidade (%) | 8,00 |
Fibra Bruta | 2,00 |
Cálcio (%) | 2,00 |
Fosfórico (%) | 1,00 |
Produto Desenvolvido na Encubadora da
Av: Pádua Dias 11 – Caixa Postal 9
13418-900 – Piracicaba-SP
Aos interessados em adquirir o produto, favor entrar em contato com Ivan Chitolina - (19) 9881-7402
terça-feira, 20 de março de 2012
Mercado Pet cresce e ganha novos produtos e serviços.
Pet photographer, profissional especializada em fotografia de animais, já pode ser encontrada na região.
A cada dia os animais de estimação adquirem novo status na estrutura familiar e ganham ainda mais a atenção dos proprietários. Este fenômeno vem revolucionando o mercado pet que, para atender a demanda crescente, multiplicou a variedade – e também a qualidade – de produtos e serviços.
O segmento está em plena expansão e, em 2011, movimentou mais de R$ 11 bilhões apenas no Brasil, onde estima-se haver R$ 98 milhões de animais de estimação.
Ração, banho, tosa e brinquedos são apenas algumas das opções deste universo. Em Descalvado, a 130 km de Piracicaba, cidade considerada a capital dos produtos pet, acaba de ser inaugurado um estúdio fotográfico exclusivo para animais de estimação. O ambiente é seguro e climatizado, voltado ao bem estar dos animais e seus donos.
A empresária e fotógrafa Silvia Pratta, médica veterinária por formação, uniu a paixão pelos bichos e pela fotografia e lançou-se na inovadora carreira de pet photographer, tornando-se pioneira nesta profissão no interior paulista.
Ela explica que o hobby tornou-se negócio após sua participação no Workshop de Fotografias de Pets como o renomado fotógrafo Lionel Falcon, hoje considerado um dos melhores profissionais nesta área na América do Sul.
Diferente da fotografia convencional, um pet photographer, além de talento, precisa ter paciência. “É preciso além de amar os animais, ter sensibilidade, tranquilidade e, principalmente, conhecimento sobre comportamento animal”, afirma Silvia.
E engana-se quem pensa que a fotógrafa faz o trabalho apenas com cães, gatos ou pássaros. Sua atuação estende-se também aos animais de produção, dentre os quais, bovinos eqüinos, suínos, ovinos e aves.
Silvia explica que trabalha não só com fotografias de estúdio, mas também na captação externa, book fotográfico dos pets, fotografia de eventos pet e até com fotos de produtos para empresas (com alta qualidade para uso publicitário).
Com sua empresa, a pet photographer vem atendendo pessoas físicas e jurídicas, ao oferecer ainda produtos personalizados com a ‘cara’ do animal de estimação (para uso pessoal ou institucional). São canecas, porta-copos, jogo americano, mousepads, chaveiros, imãs e pôsteres.
Uma das ações de mais impacto são as promoções em parceria: o estúdio é montado em Pet Shops , clínica ou empresas, com o objetivo de fidelização dos clientes.
O trabalho de Silvia vem ganhando destaque nas redes sociais, onde ela mantém perfil e uma fanpage (basta procurar pelo nome da empresária). Seu portifólio também pode ser conhecido em seu site
segunda-feira, 5 de março de 2012
Freerunning Sleddogs. Que belo passeio com 16 cães soltos. Assistam que vale a pena.
Simplesmente Fantástico!
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Cães e Crianças - Livro: "Como Treinar um Supercão" - Gwen Bailey
Os cães e as crianças dividem uma percepção de diversão e amor à vida e eles podem se entender bem juntos se houver uma supervisão cuidadosa e necessária para assegurar boas relações.
Dê o bom exemplo
Os cães e as crianças podem construir um forte vínculo desde que sejam muito bem supervisionados e treinados para assegurar que cada um se comporte bem um com o outro. Deixá-los sozinhos permite que todo tipo de mau comportamento apareça e hábitos inaceitáveis podem se desenvolver com rapidez. É relativamente fácil ensiná-los a se comportar com o cão para obter o melhor dele e para desenvolver uma relação de sucesso.
As crianças também aprendem a partir do que observam. Elas olharão com cuidado o que os seus pais fazem com o cão da família e imitarão este comportamento. Por este motivo, seja ainda mais cuidadoso nas ações com o seu cão se houver crianças olhando, já que isto se refletirá nelas mais tarde.
As crianças estão cheias de vigor e diversão e cães bem socializados respondem a isto com alegria e energia. Isto torna as crianças treinadoras muito boas, se a maneira correta for mostrada a elas. Crianças também se mostram entusiasmados e excitados, o que faz florescer um sentimento recíproco do cão que estão treinando. É essencial a supervisão destas sessões de treinamento, estando sempre prontos para ajudar quando necessário.
Brincadeira segura
As crianças podem ser cruéis, sem intenção, com os cães no meio de uma brincadeira e, algumas vezes, elas podem ser más se tiverem sido maltratadas elas mesmas. Se um cão está prestes a morder, então de acordo com as estatísticas, ele tem mais tendências a morder os garotos jovens da família, provavelmente por tê-los associados como ameaças devido a hiperestimulação ou brincadeiras cruéis.
Por esta razão, todas as brincadeiras e interações entre crianças e o cão da família devem ser supervisionadas para evitar situações onde o cão se sinta ameaçado e se defenda. Lembre-se, um cão com medo, poderá fugir da situação, se esquivar ou atacar.
As crianças serão aceitas do ponto de vista do cão se ele as tiver conhecido e tiver tido experiências agradáveis com elas durante a infância.
Filhotes pequenos, abaixo de 12 semanas de idade, precisam conhecer crianças de todas as idades se quiserem crescer amigáveis e sem medo. Do contrário, os cães podem sentir medo das crianças, em particular de bebês, cuja aparência e estatura é tão diferente da dos adultos.
Cães e bebês
Os bebês são em geral aceitos pelo cão como um novo membro da família. Mesmo assim, é aconselhável ajustar a rotina do cão e o ambiente social durante a gravidez para refletir as condições que acontecerão depois do nascimento. Tocar gravações de bebês chorando e deixar o cão se acostumar aos diferentes cheiros associados a bebês ajuda.
Discernir para o seu cão onde começa o espaço dele e onde termina na relação com o bebê também é uma boa idéia, assim poderá cuidar do seu bebê sem interferências e comportamentos invasivos do seu cão.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Para ser um bom treinador, basta gostar de animais? Por Ivan Chitolina
Pode-se dizer que todo treinamento de animais se dá através de atitudes e metodologias provindas do comportamentalismo e etologia (estudo do comportamento animal). De alguma forma, é o homem utilizando de forma inteligente os impulsos inatos de um animal, a fim de obter o controle do mesmo na execução de uma função que satisfaça a sua necessidade.
Um treinador de cães deverá, em sua formação, dominar os conceitos e técnicas do comportamentalismo e do comportamento canino, habilitando-se na sua capacidade de analisar constantemente sobre o quanto a sua própria necessidade de controle está inserida na relação com o animal.
Por isso, este artigo não trata do elenco de características desejáveis que um adestrador de cães deveria apresentar como princípios máximos a serem seguidos, mas sim trata da consciência que todo treinador deve ter sobre seus próprios sentimentos primitivos.
Gostar de animais ou até mesmo se declarar um defensor deles não significa aptidão e competência para lidar com eles ou treiná-los. Há vários casos de maus-tratos cometidos por pessoas e treinadores que se dizem amantes dos animais. Essas pessoas não estão mentindo quando dizem serem amantes dos animais, apenas não desenvolveram auto-controle suficiente para lidar com os seus instintos primitivos e quando algo foge do controle elas tendem a não ter repertórios suficientes para retomar o controle de forma saudável, ou seja, sem violência e autoritarismo.
A psicanalista Selma Fraiberg em um de seus livros coloca:
“todas as qualidades que chamamos de humanas derivam da possibilidade inerente a cada criatura humana de adquirir controle sobre seu eu instintivo”.
É interessante analisarmos o conceito de liberdade sob esse ponto de vista. Até que ponto podemos nos declararmos livres sem o controle do nosso eu instintivo? Somos livres sem auto-controle?
Por essa razão, este artigo não trata das qualidades que um treinador de animais deve apresentar, mas sim um artigo que traz à tona uma característica intrínseca que todo treinador de animais deve apresentar: a sua necessidade de controlar um outro animal. Refletir sobre o motivo que o levou a escolher esta atividade profissional não pode se resumir em gostar de animais. Essa necessidade de controle pode determinar o quanto de pressão e ansiedade estão sendo postas em um treinamento, além de outros fatores que podem vir a prejudicar o seu trabalho principalmente se a necessidade de controle de um animal satisfaz o próprio ego ou obsessão do treinador. Imaginem essa falta de consciência de si próprio no trato com um animal dentro de instituições hierarquizadas onde geralmente é o ego daquele que ocupa o topo da hierarquia que define o direcionamento do treino e não o autocontrole e conhecimento das técnicas e teorias tão necessárias em qualquer treinamento de animais.
Por isso, é importante que todo adestrador busque essa consciência sobre si e sobre a sua escolha, uma vez que o sabor do controle de um animal é algo que lhe traz uma sensação de poder. Isso não é difícil de compreender, pois estabelecer um elo de comunicação com qualquer outra espécie que não seja a humana, sem antropomorfizar (humanizar) o animal, é um sentimento poderoso. Todo dono de cachorro deseja o controle do seu animal.
Deixo para os treinadores refletirem que antes de controlar os instintos primitivos de um animal, eles devem saber controlar os seus próprios instintos. Não é um caminho fácil e a busca é constante, mas esse é o maior desafio que coloco a qualquer treinador.
Um grande abraço a todos.
Ivan Chitolina
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Respeito aos Cães! Por - Ivan Chitolina
Constantemente, vemos cenas nas ruas que nos obrigam parar para pensar, enfocando o seu aspecto evolutivo.
A aproximação do cão com o homem e sua domesticação é considerada como um incomum evento ocorrido há, aproximadamente, 11.000 anos na região da Caverna de Shanidar no Iraque.
O vínculo homem-cão tomou um rumo que, desde então, tem provido os seres humanos com uma vasta variedade de funções que os cães nos oferecem ou executam, como companheiros e proteção e condução de rebanhos.
Visto por esse aspecto, o respeito por um cão deve ser entendido levando-se em consideração o conhecimento desse processo evolutivo para a espécie, bem como pelo processo de domesticação. Caso contrário, haverá grandes chances de que ocorram projeções dignas de análise em uma terapia. Cabe esclarecer que projeção é entendida como a tendência de atribuir a outras pessoas, objetos ou animais, emoções, idéias ou atitudes que na realidade não possuem, mas que se originam de dentro de nós mesmos.
Embora exista uma parcela de donos realmente preocupados com o adestramento do seu cão e o vínculo com ele criado, a grande maioria não vê necessidade em recorrer a um profissional da área de comportamento canino. Uma vez que somente procurariam ajuda em situações mais graves, quando o cachorro representar perigo real para ele e a terceiros.
Neste sentido, quando nos deparamos com uma cena pitoresca de um cachorro com lacinhos, adesivos brilhantes em sua cabeça, unhas pintadas, roupinhas e sapatinhos - não deveríamos achar engraçadinho, bonitinho, etc. Deveríamos sim, questionarmos: Isso é respeitar um animal, uma espécie? Isso pode ser considerado uma forma de mau-trato? Que nível de consciência possui um dono que faz isso com o seu animal? A espécie canina evoluiu para isso?
E, ao invés, de considerarmos que o cachorro é “feliz” vivendo dessa forma, temos que nos perguntar se esse tipo de vínculo é saudável. A resposta é simplesmente não. Porque ela só diz respeito a três coisas: o desconhecimento do dono, a imposição do mercado e as projeções afetivas dos donos. Não é uma relação pautada em uma troca justa, pois não há trocas, o cachorro ganha tudo simplesmente por existir e lógico por ocupar essa lacuna afetiva do dono.
Todas as espécies na natureza (inclusive nós) necessitam trabalhar para sobreviver. Embora os cães em seu processo evolutivo tenham se adaptado ao convívio com os humanos, todos os seus impulsos de predadores estão latentes e facilmente visíveis em seu comportamento. Ignorar esse fato, independente do porte do seu cachorro é não respeitá-lo como espécie.
Entende-se por impulso aquilo que motiva o cachorro a tomar determinadas ações, o que determina um objetivo específico. O impulso de caça, por exemplo, tem como objetivo a aquisição de comida onde o faro do cachorro trabalha de forma mais intensa.
Não é á toa que muitos treinadores e especialistas em comportamento animal têm incentivado o enriquecimento ambiental como uma forma de tornar a vida do animal mais próxima de sua natureza como animal, de forma que ele encontre determinadas dificuldades e desafios que darão vazão a esses impulsos e, como conseqüência, uma vida mais saudável. Em outras palavras, não é saudável para um cachorro ganhar a sua quantia de ração sem a execução de algum trabalho em troca. É necessário que se dê sentido nessa sobrevivência. Há várias formas interessantes de dar sentido e vazão para os impulsos do seu cão, seja brincando com ele, passeando, correndo, com o manejo adequado no convívio ou ensinando-o a correr do seu lado numa guia enquanto você pedala ou anda de skate ou patins. Os exemplos são muitos e é importante que os cães sejam olhados dessa forma. Não é uma questão de escolha, mas sim uma questão de ética!
Um grande abraço a todos.
Ivan Chitolina
A aproximação do cão com o homem e sua domesticação é considerada como um incomum evento ocorrido há, aproximadamente, 11.000 anos na região da Caverna de Shanidar no Iraque.
O vínculo homem-cão tomou um rumo que, desde então, tem provido os seres humanos com uma vasta variedade de funções que os cães nos oferecem ou executam, como companheiros e proteção e condução de rebanhos.
Visto por esse aspecto, o respeito por um cão deve ser entendido levando-se em consideração o conhecimento desse processo evolutivo para a espécie, bem como pelo processo de domesticação. Caso contrário, haverá grandes chances de que ocorram projeções dignas de análise em uma terapia. Cabe esclarecer que projeção é entendida como a tendência de atribuir a outras pessoas, objetos ou animais, emoções, idéias ou atitudes que na realidade não possuem, mas que se originam de dentro de nós mesmos.
Embora exista uma parcela de donos realmente preocupados com o adestramento do seu cão e o vínculo com ele criado, a grande maioria não vê necessidade em recorrer a um profissional da área de comportamento canino. Uma vez que somente procurariam ajuda em situações mais graves, quando o cachorro representar perigo real para ele e a terceiros.
Neste sentido, quando nos deparamos com uma cena pitoresca de um cachorro com lacinhos, adesivos brilhantes em sua cabeça, unhas pintadas, roupinhas e sapatinhos - não deveríamos achar engraçadinho, bonitinho, etc. Deveríamos sim, questionarmos: Isso é respeitar um animal, uma espécie? Isso pode ser considerado uma forma de mau-trato? Que nível de consciência possui um dono que faz isso com o seu animal? A espécie canina evoluiu para isso?
E, ao invés, de considerarmos que o cachorro é “feliz” vivendo dessa forma, temos que nos perguntar se esse tipo de vínculo é saudável. A resposta é simplesmente não. Porque ela só diz respeito a três coisas: o desconhecimento do dono, a imposição do mercado e as projeções afetivas dos donos. Não é uma relação pautada em uma troca justa, pois não há trocas, o cachorro ganha tudo simplesmente por existir e lógico por ocupar essa lacuna afetiva do dono.
Todas as espécies na natureza (inclusive nós) necessitam trabalhar para sobreviver. Embora os cães em seu processo evolutivo tenham se adaptado ao convívio com os humanos, todos os seus impulsos de predadores estão latentes e facilmente visíveis em seu comportamento. Ignorar esse fato, independente do porte do seu cachorro é não respeitá-lo como espécie.
Entende-se por impulso aquilo que motiva o cachorro a tomar determinadas ações, o que determina um objetivo específico. O impulso de caça, por exemplo, tem como objetivo a aquisição de comida onde o faro do cachorro trabalha de forma mais intensa.
Não é á toa que muitos treinadores e especialistas em comportamento animal têm incentivado o enriquecimento ambiental como uma forma de tornar a vida do animal mais próxima de sua natureza como animal, de forma que ele encontre determinadas dificuldades e desafios que darão vazão a esses impulsos e, como conseqüência, uma vida mais saudável. Em outras palavras, não é saudável para um cachorro ganhar a sua quantia de ração sem a execução de algum trabalho em troca. É necessário que se dê sentido nessa sobrevivência. Há várias formas interessantes de dar sentido e vazão para os impulsos do seu cão, seja brincando com ele, passeando, correndo, com o manejo adequado no convívio ou ensinando-o a correr do seu lado numa guia enquanto você pedala ou anda de skate ou patins. Os exemplos são muitos e é importante que os cães sejam olhados dessa forma. Não é uma questão de escolha, mas sim uma questão de ética!
Um grande abraço a todos.
Ivan Chitolina
sábado, 1 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Cães conseguem farejar câncer de pulmão, mostra estudo
KATE KELLAND - REUTERS
Cientistas alemães trabalhando com cães farejadores concluíram que esses animais conseguem detectar com precisão caso de câncer de pulmão apenas pelo hálito do paciente.
No trabalho feito por pesquisadores do Hospital Schillerhoehe, a taxa de acerto dos cães foi de 71 por cento, sugerindo que uma técnica similar poderá ser usada no futuro na detecção precoce da doença.
"No hálito dos pacientes com câncer de pulmão há provavelmente diferentes substâncias químicas em relação a amostras do hálito normal, e o apurado olfato dos cães é capaz de detectar essa diferença em um estágio inicial da doença", disse Thorsten Walles, que coordenou o estudo e divulgou as conclusões na quinta-feira na publicação European Respiratory Journal.
O câncer de pulmão, geralmente ligado ao tabagismo, é a segunda forma de câncer mais comum em homens e mulheres na Europa, e causa mais de 340 mil mortes por ano. É também a mais comum causa de morte por câncer no mundo todo.
A doença é notoriamente difícil de detectar em seus estágios iniciais, e os cientistas vêm trabalhando em exames de hálito para possíveis programas de diagnósticos no futuro. O método do farejamento depende da identificação dos chamados compostos orgânicos voláteis (COV), vinculados à presença do câncer.
Os pesquisadores explicaram que muitas técnicas diferentes de análise do hálito já foram tentadas, mas que é difícil desenvolvê-las para o uso clínico, porque os pacientes não podem fumar nem comer antes do exame, a análise das amostras pode demorar muito, e há um elevado risco de interferência. Por isso, nunca foram identificados COVs específicos do câncer de pulmão.
No estudo alemão, os pesquisadores trabalharam com cães especialmente treinados e 220 voluntários, inclusive alguns pacientes de câncer de pulmão, alguns pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e alguns voluntários sem problemas pulmonares.
Os cães identificaram 71 amostras com câncer de pulmão, de um total de 100, e 372 amostras sem a doença, num total de 400. A presença da DPOC ou do tabagismo não interferia no resultado.
Walles disse que o resultado confirma a existência de um "marcador" confiável e estável no hálito de quem tem câncer de pulmão, mas que ainda há muito trabalho pela frente até identificá-lo.
"Este é um grande passo à frente (...), mas ainda precisamos identificar com precisão os compostos observados no hálito exalado pelos pacientes. É lamentável que os cães não possam comunicar a bioquímica do cheiro do câncer."
FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/vida,caes-conseguem-farejar-cancer-de-pulmao-mostra-estudo,760615,0.htm
Cientistas alemães trabalhando com cães farejadores concluíram que esses animais conseguem detectar com precisão caso de câncer de pulmão apenas pelo hálito do paciente.
No trabalho feito por pesquisadores do Hospital Schillerhoehe, a taxa de acerto dos cães foi de 71 por cento, sugerindo que uma técnica similar poderá ser usada no futuro na detecção precoce da doença.
"No hálito dos pacientes com câncer de pulmão há provavelmente diferentes substâncias químicas em relação a amostras do hálito normal, e o apurado olfato dos cães é capaz de detectar essa diferença em um estágio inicial da doença", disse Thorsten Walles, que coordenou o estudo e divulgou as conclusões na quinta-feira na publicação European Respiratory Journal.
O câncer de pulmão, geralmente ligado ao tabagismo, é a segunda forma de câncer mais comum em homens e mulheres na Europa, e causa mais de 340 mil mortes por ano. É também a mais comum causa de morte por câncer no mundo todo.
A doença é notoriamente difícil de detectar em seus estágios iniciais, e os cientistas vêm trabalhando em exames de hálito para possíveis programas de diagnósticos no futuro. O método do farejamento depende da identificação dos chamados compostos orgânicos voláteis (COV), vinculados à presença do câncer.
Os pesquisadores explicaram que muitas técnicas diferentes de análise do hálito já foram tentadas, mas que é difícil desenvolvê-las para o uso clínico, porque os pacientes não podem fumar nem comer antes do exame, a análise das amostras pode demorar muito, e há um elevado risco de interferência. Por isso, nunca foram identificados COVs específicos do câncer de pulmão.
No estudo alemão, os pesquisadores trabalharam com cães especialmente treinados e 220 voluntários, inclusive alguns pacientes de câncer de pulmão, alguns pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e alguns voluntários sem problemas pulmonares.
Os cães identificaram 71 amostras com câncer de pulmão, de um total de 100, e 372 amostras sem a doença, num total de 400. A presença da DPOC ou do tabagismo não interferia no resultado.
Walles disse que o resultado confirma a existência de um "marcador" confiável e estável no hálito de quem tem câncer de pulmão, mas que ainda há muito trabalho pela frente até identificá-lo.
"Este é um grande passo à frente (...), mas ainda precisamos identificar com precisão os compostos observados no hálito exalado pelos pacientes. É lamentável que os cães não possam comunicar a bioquímica do cheiro do câncer."
FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/vida,caes-conseguem-farejar-cancer-de-pulmao-mostra-estudo,760615,0.htm
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Usar ou não usar o Petisco nos treinos?
Clique no link abaixo e veja o que o especialista em comportamento animal e comportamento canino, Ian Dunbar, pensa sobre o uso dos petiscos nos treinos.
Um grande abraço a todos.
Ivan Chitolina
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Agosto, o mês do "Cachorro Louco"
Afinal, porque agosto e porque cachorro louco?
Para responder a essas duas perguntas se faz necessário falar um pouco sobre as histórias e lendas que rondam o mês de agosto e sobre a hidrofobia (raiva).
Em geral, agosto é um mês conhecido como o mês das superstições não sendo por acaso que também é intitulado como o mês das bruxas na aviação e também das noites de terror. Enfim, agosto é o mês com maior número de simpatias e superstições em todo o mundo.
Mas o que diz a história sobre esse mês e o que os cães têm a ver com ele?
Relatos e documentos históricos apontam que foram os romanos que deram ao oitavo mês do ano o nome de Agosto em homenagem ao imperador César Augusto. Na época César Augusto havia conseguindo grandes vitórias, como a conquista do Egito. A sua “promoção” a cônsul o fez não querer ficar atrás do imperador Júlio César - cujo mês de Julho é em sua homenagem - e acabou-se decidindo que o “seu” mês também teria 31 dias.
Mas foi entre os romanos que o mês de Agosto começou a ser considerado azarento, embora não se saiba exatamente o motivo. Eles acreditavam que existia um dragão imenso e terrível, que andava pelo céu cuspindo fogo durante o mês de Agosto. Mas depois descobriram que o tal “Dragão” era a constelação de Leão, visível nos céus do hemisfério norte naquele período do ano.
Em Portugal o medo do mês de Agosto surgiu no período das grandes navegações, que duravam muitos meses e até anos. As mulheres portuguesas não casavam nunca no oitavo mês, porque era nessa época que os navios das expedições saíam à procura de novas terras. Daí, casar em Agosto significava ficar sozinha e às vezes sem lua-de-mel. Algumas até ficavam viúvas.
Na Argentina muitos deixam de lavar a cabeça em Agosto porque acreditam que isso chama a morte. E na África o dia 24 de Agosto é conhecido como o “dia em que o Diabo anda solto” - dia de todos os exús.
Já aqui no Brasil, com a influência dos portugueses, essa crença chegou e se espalhou. Daí o dito popular “Casar em Agosto traz desgosto”.
Mas e os cães?
Geralmente as cadelas entram no cio duas vezes ao ano sendo janeiro e agosto os meses de maior incidência de cio. Umas das conseqüências disso era o aumento de brigas entre os machos na disputa pela fêmea, facilitando a transmissão da raiva nesse período do ano ocasionando mudanças significativas no comportamento dos cães infectados levando-os após um tempo ao óbito. Antigamente acreditava-se que a raiva era obra de maus espíritos e somente no século I o estudioso romano Celsius escreveu que a doença era transmitida por animais.
Em 1804, descobriu-se que os cães também transmitiam raiva e Noruega, Suécia e Dinamarca adotaram a seguinte política: matar todos os cães vadios e manter os domésticos em quarentena. Essa medida eliminou a raiva nesses países até 1826. É importante salientar que o contexto daquela época era totalmente diferente do contexto atual e somente seis décadas depois que Louis Pasteur (1822-1895) usou a saliva de um cão raivoso para transformar o “vírus da rua” em um “vírus fixo”. Com este, obteve a primeira vacina anti-rábica, com que salvou a vida do menino Joseph Meister, mordido por um cão doente. No Brasil, a raiva, tanto a canina como a felina, está controlada desde 1983.
Não é a toa que é em agosto que os serviços de saúde pública das prefeituras municipais promovem os mutirões de vacinação em vários pontos da cidade. Muito embora a doença esteja sobre forte controle, ela ainda não está erradicada segundo a Organização Mundial de Saúde. Em função da gravidade da doença, a prevenção é financiada pelo Estado. A transmissão da raiva ou hidrofobia é feita através do contato com as secreções dos cães e gatos infectados com o vírus (urina, fezes e principalmente saliva). É uma doença neurológica gravíssima que leva tanto o animal quanto a pessoa que o adquire, ao óbito.
Por esse motivo, não se esqueçam, continuem sendo responsáveis, vacine o seu animal de estimação e em caso de suspeita informe o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) ou Canil Municipal da sua cidade.
Para saber mais a respeito da doença, consulte o seu veterinário ou o Centro de Controle de Zoonoses da sua cidade.
Abraço
Ivan Chitolina – Educador Canino
Fontes: Revista Almanaque Brasil; Web Site - Carioca no Cerrado;
sábado, 23 de julho de 2011
AVISO IMPORTANTE!
Repasso abaixo uma mensagem muito importante do Projeto Cão Guia Brasil.
Aos amigos do Cães Guia Brasil!
Tem pessoas oferecendo curso para formar adestradores de Cão-guia, com apenas 5 dias de duração!
ISSO É IMPOSSÍVEL!
Tal curso leva, pelo menos 2 ANOS e é de alta complexidade!
CUIDADO!
O governo está regulamentando tais cursos!
NOTA POR IVAN CHITOLINA
Por favor, denunciem tais adestradores, não façam cursos fraudulentos como esse. Primeiro porque em 5 dias você não estará preparado para tal treinamento, segundo porque um diplominha desse a mais na parede de sua casa não garante que você está apto para a função e terceiro porque você está gastando dinheiro à toa.
ABAIXO O FOLDER DO CURSO. NÃO EXPUSEMOS O NOME DA EMPRESA POR QUESTÕES LEGAIS, MAS VEJAM O VALOR DO CURSO, A DURAÇÃO (QUE É DE 5 DIAS APENAS) E O POBRE CONTEÚDO PARA A COMPLEXIDADE DESSE TREINAMENTO.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
ATENÇÃO: O PASSEIO DO CACHORRO "LOUCO" MUDOU DE LOCAL
EDUCAÇÃO CANINA - CÃO DO MATO, CONVIDA TODOS A PARTICIPAREM DO PASSEIO DO CACHORRO "LOUCO" DIA 24 DE AGOSTO. SAÍDA ÀS 20:30: DA PRIMEIRA ROTATÓRIA DA AVENIDA CRUZEIRO DO SUL. QUALQUER UM PODE PARTICIPAR DESDE QUE SIGAM AS REGRAS ABAIXO.
- Saber conduzir o seu cão em segurança para outros cães e pessoas.
- Cadelas não podem estar no cio.
- A vacinação deve estar em dia.
- Levar saquinhos plásticos para o recohimento dos dejetos.
- Levar água para o seu cão, se achar necessário.
DÚVIDAS FAVOR ENVIAR NO E-MAIL: ivan.caodomato@gmail.com
UM GRANDE ABRAÇO A TODOS
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Cesar Millan kicking dogs - César Millan Chutando Cães
Para quem não conhece direito o "encantador de cães", está na hora de conhecê-lo melhor.
Não tentem essas "técnicas" em casa, e se você for contratar algum profissional que utiliza essas "tecnicas" por favor o DISPENSE IMEDIATAMETE !
Só para terminar esse post. PSICOLOGIA CANINA SIMPLESMENTE NÃO EXISTE E EU DESAFIO QUALQUER UM QUE QUE SAIA AOS QUATRO CANTOS DIZENDO-SE PSICÓLOGO CANINO A PROVAR PELA RIGOROSIDADE DA METODOLOGIA CIENTIFICA
QUE A PSICOLOGIA CANINA EXISTE.
POR FAVOR, COMENTEM.
Leiam o artigo escrito por mim e postado nesse blog sobre o assunto (psicologia canina).
Um grande abraço aos leitores do blog.
Ivan
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Sátira Humorística ao Treino Positivo - Claudia P. Stanislau
Caros leitores desse blog, divulgo um post do blog cãosciência da Claudia P. Stanislau (Portugal). Ela faz uma sátira a respeito do treino positivo, afim de conscientizar as pessoas de que os argumentos muitas vezes usados por treinadores que relutam em usar reforços positivos nos treinos caninos simplesmente não fazem sentido algum.
Acessem o link e se divirtam com a sátira.
http://caosciencia.blogspot.com/2011/06/satira-humoristica-ao-treino-positivo.html
Um grande abraço a todos aqueles que visitam esse blog.
Ivan Chitolina
Acessem o link e se divirtam com a sátira.
http://caosciencia.blogspot.com/2011/06/satira-humoristica-ao-treino-positivo.html
Um grande abraço a todos aqueles que visitam esse blog.
Ivan Chitolina
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Falando um Pouco sobre as Recompensas ou Reforço Positivo
Conceito do Reforço Positivo - é aquele que quando apresentado, atua para fortalecer o comportamento que o precede.
“O princípio de um sistema de recompensas positivas consiste em retribuir sempre um comportamento adequado mas não recompensar nunca um comportamento indesejável. Quando uma ação é acompanhada por uma recompensa ou uma retribuição, criam-se todas as probabilidades para que ela se repita” (F. Dodson)
Recompensas
As recompensas são essenciais para o êxito das técnicas de treinamento. Saber como usá-las e o que o seu cão acha mais atraente facilitará o treinamento e o tornará mais prazeroso para ambos.
Tipos de Recompensas – para ensinar o cão a fazer algo será necessário recompensá-lo assim que ele fizer a ação pedida, com algo que ele realmente queira. O que for usado depende do seu cão e as opções estão listadas abaixo.
Comida – é fácil de ser usada já que pode ser dada e comida pelo cão com rapidez como recompensa para a ação pedida. A comida no treinamento precisa ser:
- Apetitosa – a carne é o que há de mais tentador para os cães.
- Cheirosa – os cães possuem um paladar pobre comparado ao olfato.
- Úmida – a comida úmida é, na maioria das vezes, mais apetitosa do que a comida seca.
- Macia – precisa ser fácil de quebrar em pedaços pequenos.
- De fácil manuseio – assim não terá de esperar enquanto o cão come os pedaços que deixar cair no chão.
- Do tamanho certo – ofereça pedaços pequenos, do tamanho de uma ervilha, para cães pequenos ou do tamanho de uma moeda, no caso de cães grandes. Estes são suficientes para recompensar uma tarefa fácil. Use pedaços um pouco maiores de comida de um valor maior para as tarefas mais difíceis.
Hierarquia de Recompensas - descubra o que o seu cão gosta e classifique dos favoritos até os menos atraentes. Use as recompensas de menor valor para tarefas fáceis, como sentar, e aquelas de maior valor para exercícios difíceis, por exemplo, voltar quando estiver brincando com outro cão. O que o seu cão considera de maior valor mudará com o tempo, portanto, continue avaliando o que ele gosta mais. Os cães se entediam com facilidade e ao variar o que está sendo oferecido ajudará a manter elevados os níveis de desempenho do seu cão.
Pequenas Recompensas - os cães trabalharão duro pelos pequenos pedaços de comida, se eles forem suficientemente apetitosos. Use uma pochete, ou bermuda com bolso cargo para guardar os petiscos e retirá-los rapidamente para recompensar o cachorro no tempo certo.
Alguns petiscos que são freqüentemente utilizados em treinamento de cães:
- Cubos de queijo
- Frango cozido em pedaços
- Petiscos úmidos para cães
- Pedaços de salsicha
- Barrinhas de carne
- Pedaços de lingüiça
Aprovação Social
Jogos – eles podem ser muito úteis se o seu cão é brincalhão, mas tem um apetite pequeno. Comparado à comida, é mais demorado para recompensá-lo porque ele tem que brincar um pouquinho e então precisará retirar o brinquedo depois. No entanto, para alguns cães que gostam de brincar, as brincadeiras são motivadores poderosos e podem ser utilizadas, além da comida, como uma recompensa de alto valor para uma tarefa difícil.
Aprovação Social – a aprovação social em forma de elogios, carinhos e contato social é uma recompensa poderosa para animais sociais, em especial se tiver um bom relacionamento com o seu cão. Já que não é comum que nossos cães de estimação, em geral, estejam famintos deste tipo de atenção, a aprovação social possui um limite para ser usada, mas ainda assim é uma adição útil para fornecer comida e jogos como recompensas para o seu cão. Isto se mostrará verdadeiro quando chegar a época de reduzir as quantidades de recompensas dadas.
Desejar a Recompensa – saber julgar o que o seu cão quer em qualquer momento e oferecê-lo é a chave do sucesso. Assim como você pode desejar algo diferente em momentos diferentes do dia ou da semana, seu cão também se comporta assim. Garanta que ele esteja de estômago vazio antes de treiná-lo com comida e que ele esteja ativo e pronto para brincar se estiver usando brinquedos. Se ele não estiver interessado no treinamento, tente trabalhar o que poderia interessá-lo e motivá-lo mais.
FONTE:
Texto extraído do livro: "Como treinar um supercão, libere o potencial do seu cão"
Autora: Gwen Bayley
Editora: Alta Books
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Operação contra Bin Laden usou Supercão com Dentes de Titânio
O treinador de cães e ex-fuzileiro naval Alex Dunbar, que fornece pastores alemães para fins militares às forças armadas dos Estados Unidos há 25 anos, afirmou nesta terça-feira (10) acreditar que a operação que resultou na morte de Osama bin Laden utilizou um "supercão" treinado especialmente para atacar o líder da al-Qaeda.
Segundo o treinador, residente do estado de Colorado, o cachorro da raça pastor alemão teria dentes de titânio implantados cirurgicamente e capazes de perfurar um colete à prova de balas feito de kevlar. Dunbar acredita que militares das forças especiais Seal teriam treinado o animal a reconhecer Bin Laden pelo cheiro e subjugá-lo depois de entrar na fortaleza onde o terrorista estaria vivendo, em Abbotabad, no Paquistão.
FONTE: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/operacao-contra-bin-laden-usou-supercao-com-dentes-de-titani_110252/
WEB SITE DO CORREIO DO ESTADO
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Vai Viajar com o seu Animal? Leia as Dicas de Transportes de Animais
Retirado do UOL:
Viajar é sempre uma delícia. Mas explorar novos lugares e culturas ou até mesmo visitar um amigo antigo ou família exige planejamento. Para quem tem animais então o trabalho é redobrado. Quem planeja levar o bichinho durante os dias fora de casa deve estar atento aos cuidados e regras para o transporte de animais.
No último dia 31 de março a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) publicou no Diário Oficial novas regras para o transporte de animais pelas linhas rodoviárias intermunicipais em São Paulo. A partir de agora só podem viajar de ônibus no estado os animais com no máximo 10 kg. Além disso, eles devem ser transportados em uma caixa apropriada e possuir um atestado sanitário emitido por um veterinário até 15 dias antes da viagem. A grande mudança está na tarifa. A nova regra exige que o animal pague uma tarifa integral do trecho pelo assento utilizado pelo bichinho. No caso das aves é necessária uma autorização de trânsito emitida pelo Ibama.
Já quem vai cair na estrada de carro deve garantir que os bichos viagem sempre no banco de trás e com a cabeça dentro do veículo (nada de curtir um ventinho). Eles devem estar em caixas de transportes adequadas ao seu tamanho ou com a guia presa ao cinto de segurança. Outra alternativa são os cintos de segurança feitos especialmente para cães, que lhes garante mais conforto e podem ser encontrados em pet shops.
Mas, se a viagem for de avião, fique atento e entre em contato o quanto antes com a companhia aérea. Isso porque cada empresa tem regras próprias para o transporte dos pets e a maioria estipula um número máximo de animais por vôo (normalmente dois). Vale lembrar também que todas as companhias exigem a carteira de vacinação do animal, comprovando que as vacinas estão em dia e um atestado de saúde emitido por um veterinário até uma semana antes do embarque. Segue abaixo as regras para transporte de animais da Gol, TAM e Azul.
TAM
A empresa permite o transporte de cães e gatos tanto na cabine quanto no porão do avião. Na cabine são permitidos animais que pesem, junto com a caixa de transporte 10 kg (esse detalhe é importante porque todas as companhias contam sempre o peso do animal mais o peso da caixa, portanto se o seu pet já pesa 10 kg, provavelmente ele não se encaixará nesse padrão). Se o peso for superior a isso, ele deverá viajar no porão.
São permitidos somente dois animais por vôo, por isso é aconselhável se informar antes de comprar a passagem se tem vaga para o bichinho no mesmo vôo. O serviço custa R$ 90 mais 0,5% do valor cheio da tarifa multiplicado pelo peso do animal mais a caixa. Mas fique atento, pois o valor cheio da tarifa pode não ser o mesmo que você pagou. Por exemplo, se você pagou R$ 200 por uma passagem promocional, mas o preço cheio do bilhete é de R$ 800, o peso será multiplicado por 0,5% de R$ 800.
Gol
Nesse caso quem é responsável pelo transporte é a Gollog (serviço de transporte de cargas), uma vez que só é permitida a viagem de animais no porão. Os animais devem viajar em caixas de transporte adequadas para seu tamanho e resistentes (a companhia aconselha fibra de vidro ou plástico rígido). Na Gol também é cobrada uma taxa fixa de R$ 90 mais 1% do valor da tarifa cheia (a mais cara) vezes o peso do animal mais caixa.
Azul
Todos os animais são transportados na cabine, mas só podem viajar aqueles que pesem, junto com a caixa de transporte, no máximo 5 kg. Podem viajar até três animais por vôo e a tarifa é fixa em R$ 100.
Fonte:
http://revistaminhaviagem.blog.uol.com.br/arch2011-04-01_2011-04-15.html#2011_04-08_19_02_21-157730790-0
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